Vezenquando eu vou voltar aqui, numa tarde vazia e fria de outono, com a avenida vazia.
Vou estar com a camisa mal abotoada, vai ficar com um aspecto desleixado porque, a camisa vai ser maior que eu.
Mas eu não vou ligar. Vou deixar alguma música esquecida na memória do celular ficar tocando enquanto vou caminhando na avenida vazia...Quiçá fazendo ziguezagues.
Como num daqueles clipes em que o artista vai cantando a música, eu vou cantar também...de repente, uma multidão vai aparecer e eu vou ficar sozinha no meio daquela gente estranha. Desviando, passando por cima, seguindo reto sempre. Até chegar no final da avenida. Agora não mais vazia.
"Quero outra vez um quarto todo branco e um par de asas. Mesmo de papelão." Caio Fernando Abreu
quarta-feira, 17 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
Minha mente entorpecida.
Me senti envolvida por um enorme prazer.
Tinha me chegado à boca e eu sentia o gosto amargo.
Em seguida, penetrou nos meus olhos.
Pude sentir aquela ardência três vezes seguidas.
Foi então, que comecei a acariciar-me os dedos.
Estavam tensos.
Fui sucumbida pelo pânico.
Tive medo por um momento.
Poderiam estar me vigiando, lendo meus pensamentos e vendo minha expressão de gozo.
Agora, não eram só os dedos que estavam tensos, mas os braços e em seguida o corpo todo.
Minha mente foi a unica que permaneceu entorpecida.
Tinha me chegado à boca e eu sentia o gosto amargo.
Em seguida, penetrou nos meus olhos.
Pude sentir aquela ardência três vezes seguidas.
Foi então, que comecei a acariciar-me os dedos.
Estavam tensos.
Fui sucumbida pelo pânico.
Tive medo por um momento.
Poderiam estar me vigiando, lendo meus pensamentos e vendo minha expressão de gozo.
Agora, não eram só os dedos que estavam tensos, mas os braços e em seguida o corpo todo.
Minha mente foi a unica que permaneceu entorpecida.
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